Foz Côa.
Pinhel.
Leiria.
Coimbra.
batalha.
Viseu.
Largo da Igreja de S. Luís
sexta-feira
23Ago2019
21h30
Elenco

Angel Pazos, Tenor
Margarita Guerra, Castanholas
Roberto Punzi, Direção Cénica e Desenho de Luz
Ballet Cristina Guadaño
Grupo Vocal da Ópera no Património
Orquestra da Ópera no Património
José Ferreira Lobo, Direção Musical

A zarzuela é um dos mais apaixonantes géneros musicais da vizinha Espanha. Uma das muitas razões para este fascínio é o facto de ela aliar (com o maior dos à vontades e sem incomodidades ou pruridos intelectualizantes) a cultura musical erudita e (estilizados, transfigurados, por vezes quase em estado puro) elementos da cultura musical popular. 

Não procurando fazer qui a arqueologia da zarzuela, esta noite vamos centrar-nos numa série de autores que fizeram com que se considerasse o século que decorre de meados do século XIX a meados do século XX como a época áurea do género. Assim, ouviremos trechos de compositores com apelidos conhecidos por todos os espanhóis: Barbieri, Soutull y Vert, Bretón, Sorozabal, Vives, Gimenez, Moreno Torroba, Chueca. 

Francisco Asenjo Barbieri viveu de 1823 a 1894 e escreveu famosos títulos: El Barberillo de Lavapiés, Los diamantes de la corona, Pan y toros são alguns eles. A cidade de Madrid é central na sua obra (Lavapiés é uma zona da cidade) e é, pois, para lá que vamos no início. 

Reveriano Soutullo (nasceu em 1880 e morreu em 1932) e Juan Vert (que viveu de 1890 a 1931) formaram entre 1919 e 1931 uma famosa parelha que assinou vários títulos que os espanhóis não se resignaram a esquecer: La leyenda del beso, La del soto del parral e El último romântico serão os mais populares. Soutullo era galego, Vives era valenciano, o que prova o quão unificador pode ser o fenómeno da zarzuela. Ouviremos um Intermezzo de La leyenda del beso, obra de 1924. 

Pablo Sorozábal viveu de 1897 a 1988 e deixou-nos também famosos títulos: La del manojo de rosas (1934), Don Manolito (1943), etc.. La Tabernera del Puerto, de 1936, é uma das mais populares. Nela se ouve esta desesperada canção de um homem que se julga traído. Um trecho com acentuado clima operático que tem sido favorito de Kraus, Carreras, Domingo e outros grandes tenores. 

A zarzuela é contagiantemente espanhola e nas suas mais conhecidas páginas alia a mais despudorada alegria à mais intensa veia trágica (tão intensa que é por vezes desconcertante para os não latinos). 

A zarzuela, curiosamente, nasceu num pavilhão real construído em terrenos de caça onde o monarca espanhol, cansado, assistia a representações mais ligeiras. O pavilhão estava construído perto de um campo de sarças - em espanhol zarzas, daí o nome de zarzuelas às peças que ali começaram a ser apresentadas. Isto passava-se no século em que também nasceu a ópera! Ora, tal como a ópera, a zarzuela sofreu depois evoluções que a transformaram enormemente. Tal como hoje é estruturada, encontramos várias afinidades entre ela e a opéra comique francesa, com parte do texto recitado e parte cantado. Mas o que distingue a zarzuela é a sua intrínseca ligação a Espanha e às suas melodias, ritmos ou danças. 

Tomás Bretón viveu de 1850 a 1923. Foi compositor e violinista e nasceu em Salamanca. Deixou dezenas de títulos repartidos entre óperas, zarzuelas e sainetes. La verbena de la Paloma foi a sua obra mais famosa e estreou-se em 1894. Dela ouviremos Prelúdio e Seguidillas - Seguidilla é diminutivo de seguida, sequência, e é o nome de uma dança cujo ritmo é usado muitas vezes em trechos cantados. 

Amadeu Vives viveu de 1871 a 1932 e escreveu canções, zarzuelas, operetas e óperas. A sua mais conhecida obra é sem dúvida Doña Francisquita escrita em 1923, da qual ouviremos vários trechos. A iniciar um fandango, dança com raízes populares que depois ganhou asas, de seguida o pitoresco número " por el humo se sabe donde está el fuego" e a terminar, um curioso coro de românticos. 

O compositor sevilhano Gerónimo Giménez y Bellido viveu de 1854 a 1923, foi um violinista prodígio e a sua carreira iniciou-se na ópera. Teve na juventude contactos importantes em Paris e em Itália, antes de se dedicar afincadamente ao género zarzuela. Em 1896 escreveu El baile de Luis Alonso, que, dado o êxito obtido, teve continuação em La boda de Luis Alonso, do ano seguinte. O seu mais famoso título será, no entanto, a zarzuela La tempranica, apresentada no Teatro da Zarzuela em 1900. Há quem aponte influências desta última na obra de Falla. 

Federico Moreno Torroba nasceu em 1891 em Madrid e nessa cidade viria a morrer aos 91 anos. Recordado especialmente pelo repertório que escreveu para guitarra clássica, ele foi também indiscutivelmente um dos mais amados compositores de zarzuela. Luísa Fernanda, uma obra que nasceu em 1932, será o seu título mais popular. Moreno Torroba também escreveu bailados e obras sinfónicas. Foi um infatigável propagandista da zarzuela. Em 1946, curiosamente, formou uma companhia de zarzuela cujas estrelas eram os pais de Placido Domingo. 

No decorrer desta noite já encontrámos compositores de zarzuela provenientes de muitas das regiões que formam Espanha. A zarzuela tem sido, de facto, um elemento congregador. José Serrano Simeón, da região de Valência, viveu de 1873 a 1941. Filho de um maestro de bandas, libretista e compositor, a sua fama estabeleceu-se na primeira década do século XX. Para além de cerca de meia centena de zarzuelas, escreveu ainda canções e peças vocais de vária ordem (como um conhecido Hino a Valência). Deixou-nos títulos famosos como Alma de Dios (1907); L'alegría del batallión (1909); La canción del olvido (1916), Los de Aragon (1927) e, enfim, La dolorosa (1930). 

Federico Chueca, “madrileño”, viveu de 1846 a 1908 e aos 28 anos tornou-se maestro do Teatro de Variedades, para onde começou a escrever obras. Teve um período de vários anos de feliz colaboração com o compositor Joaquin Valverde. O mais popular fruto da parelha foi a zarzuela La Gran Vía, de 1886, uma obra onde soam polkas, tangos, valsas, jotas, mazurkas, escocesas. É um hino a Madrid e a uma das suas mais conhecidas avenidas Depois da colaboração com Valverde, Chueca escreveu ainda Agua, azucarillos y aguardiente em 1897. 

Para o Teatro Apolo escreveu também títulos que os espanhóis não se resignam a esquecer: El bateo, escrito em 1901, será o mais conhecido. 

Fechando o círculo, uma obra de Manuel de Falla, um dos mais importantes compositores eruditos espanhóis do século XX. Falla mergulhou diretamente a sua obra nas raízes populares e La vida breve, ópera em dois atos em que se pode ouvir o dialeto andaluz, foi estreada em 1913. Os seus Interludio e Dança continuam popularíssimos nas salas de concerto espanholas. 

Igreja de Sto. António
sábado
24Ago2019
18h00
Elenco

Antonio di Cristofano, Piano
Ângela Alves, Soprano
Orquestra da Ópera no Património
Artur Pinho Maria, Direção Musical

Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em Salzburg em 1756 e faleceu em Viena em 1791. Na sua vida de 35 anos Mozart escreveu 22 óperas tendo iniciado a sua carreira operática de compositor apenas aos 11 anos. As três óperas que realizou com libretos de Lorenzo da Ponte (1749-1838) são, talvez, as que mais perduraram no consciente coletivo. São as Bodas de Fígaro, D. Giovanni e Così fan tutte.

O padre Da Ponte, um notável escritor, era padre católico em Veneza onde também ensinava latim, italiano e francês. Sendo padre da igreja de S. Lucas, vivia com uma amante da qual tinha dois filhos. Viria a ter de escapar de Veneza por ter sido condenado por ter “raptado uma senhora de bem”, “ter uma vida dissoluta”, “viver num bordel e aí organizar as festividades e divertimentos”.

Seria em Viena que o bom padre e Mozart se encontraram, é bom de dizer que uma das cantoras que participaram na estreia de Fígaro era amante de Da Ponte.

“Exsultate Jubilate” é um motete para voz solista e orquestra, composta para um castrado, cantores a quem se extraiam os testículos ainda crianças de forma a manterem a voz infantil, prática abominável que terminava em muitos casos com a morte do menino devido às más condições em que se realizava a operação, Rauzzini de seu nome.

Data de 1773 e foi realizada durante a composição de Lucio Silla em Milão, o cantor era protagonista da ópera. O motete, hoje em dia cantado por um soprano, é extremamente exigente do ponto vocal devido aos seus melismas e extensão. Divide-se em três secções,

I. Allegro – Recitativo,
2. Andante 
3. Allegro. 

Apesar da sua natureza formal litúrgica é, de facto, uma ária de concerto e Mozart também utilizou a composição dessa forma que perdurou até aos dias de hoje. 


Texto de Exsultate Jubilate 

Exsultate, jubilate, 
O vos animae beatae 
exsultate, jubilate, 
dulcia cantica canendo; 
cantui vestro respondendo 
psallant aethera cum me. 

Fulget amica dies, 
jam fugere et nubila et procellae; 
exortus est justis inexspectata quies. 

Undique obscura regnabat nox, 
surgite tandem laeti qui timuistis adhuc, 
et jucundi aurorae fortunatae 
frondes dextera plena et lilia date. 

Tu virginum corona, 
tu nobis pacem dona, 
tu consolare affectus, 
unde suspirat cor. 
Alleluja. 

 

Tradução 

Exultai, jubilai, 
Oh vós, almas abençoadas 
Exultai, jubilai, 
Cantando doces canções; 
Em resposta aos vossos cânticos 
Deixai os Céus cantar comigo. 

Dias felizes refulgi, 
Nuvens e tempestades fujam; 
Para o justo surgiu a inesperada calma. 

Onde a noite escura reinava, 
Vós que temíeis, não temei mais, 
E a jocunda aurora afortunada 
Nos dê ramagens e lírios às mãos-cheias. 

Tu, coroa de virgens, 
Dai-nos a paz, 
Consola os nossos sentimentos, 
Pelos quais nossos corações suspiram. 

Aleluia. 


Voltamos ao ano anterior a de 1786, ano de estreia das bodas, estamos em 1785, para encontrar a 9 de Março uma nota de Mozart no topo da primeira página do autógrafo afirma em italiano que tinha concluído o concerto em Dó Maior nesta data, classificado por Köchel como 467, o vigésimo primeiro concerto para piano do compositor de Salzburg. 

Este concerto majestoso foi composto quatro semanas depois de Mozart terminar mais um concerto para piano, vigésimo, em Ré menor. Na Primavera seguinte organizou concertos por subscrição pública e interpretou-os de forma a ganhar alguns proventos. Estes concertos eram garantidamente um sucesso, devido à fama de virtuoso de Mozart, e geravam um bom rendimento. É graças a esta capacidade de gerar receitas que temos hoje a sorte de dispor de tantos concertos para piano e orquestra de Mozart. Infelizmente, à medida que o tempo passava, o jovem compositor foi sofrendo cada vez mais das articulações, teria uma artrite reumatoide que se manifestou muito cedo pouco após os trinta anos, e teve de abandonar esta prática, deixando de compor esta forma à medida que se aproximou da data da sua morte aos trinta e cinco anos. 

Este concerto divide-se em três andamentos e dura aproximadamente 28 minutos, um dos mais longos de Mozart. 

I. Tempo ordinário em Dó Maior, Mozart não dá indicação de tempo no autógrafo, este termo designa a prática usual de o primeiro andamento ser relativamente rápido, costuma fazer-se em allegro embora haja autores como Wim Winters, que pretendem que o tempo deva ser um pouco mais moderado, o que daria um ar mais cantabile ao primeiro andamento. 
II. Andante em Fá Maior, Mozart designa este andamento “alla breve” no autógrafo. 
III. Allegro vivace assai em Dó Maior, rondó 

A instrumentação é entregue a uma flauta, dois oboés, dois fagotes, duas trompas, dois trompetes, cordas e tímpanos, os sopros têm um papel de destaque, tendo as partes muito desenvolvidas, o que revela a tendência de Mozart para compor música completa para todos os naipes em pé de igualdade, não dando apenas primazia às cordas, como então era prática habitual. 

O primeiro andamento é uma forma sonata, Mozart investiu imenso nesta obra, como revela a orquestração que utiliza trompetes e tímpanos. O primeiro andamento começa por uma marcha muito jubilosa, após esta entrada entram os metais que apresentam um tema secundário que se mescla com o tema principal. O piano entra de forma subtil em harpejos e uma curta cadência que retorna ao tema principal do andamento. Na parte mais solística o piano desenvolve o tema, passando em seguida à tonalidade da dominante, o Sol Maior. O génio de Mozart para a surpresa e inventiva musical anuncia a atmosfera da sinfonia nº 40, agora em Sol menor. Surge então de novo o tema principal modulado na dominante de Sol Maior. Voltamos então às notas do início e à reexposição do tema, ainda em Sol, escuta-se então a cadência, anunciada de forma muito vigorosa pela fanfarra e demais instrumentos, que nos devolve a tonalidade da tónica, o sempre brilhante Dó Maior. 

O segundo andamento é uma canção em forma A-B-A iniciada de forma muito suave em termos dinâmicos, o tema é dos mais belos que Mozart imaginou. Bastaria escutar este andamento para se perceber que Mozart é um dos maiores vultos da história da música, como Olivier Messiaen tão bem notou sobre este mesmo andamento. Um monumento de beleza etérea, em que os instrumentos de sopro e cordas dialogam com o piano criando um conciliábulo para a eternidade. Mozart prima também pela inventiva e pela surpresa, intercalando novas melodias e fazendo-as jogar com os temas principais ao longo do andamento, criando também tensão harmónica através da modulação, mas nunca através de grandes contrastes dinâmicos que não existem neste andamento. Uma breve coda, ou seja, cauda em português, sempre muito suave, encerra este andamento. Note-se que este trecho foi utilizado pelo cinema no filme sueco Elvira Madigan de Bo Widerberg, o que tornou esta música ainda mais conhecida junto do grande público na altura da estreia do filme em 1967. O que mais nos impressiona é a poesia sem par destas páginas de um Mozart que nos fala desde o Infinito para o nosso coração, um Mozart imortal. 

O terceiro andamento é o tradicional rondó, começa de forma vertiginosa no piano, é uma forma sonata com estribilho e episódios temáticos intercalados entre cada enunciado do refrão. Um andamento efervescente de virtuosismo que recapitula harmonicamente os precedentes dando trabalho aos fagotes e demais sopros, e com um lindíssimo solo de clarinete a criar contraste no episódio central, mais dramático. Os contrastes mais líricos sucedem-se, mas a atmosfera geral é sôfrega e vertiginosa. Todo este concerto é uma obra-prima. 

 

 

Concertos no Património
22Ago2019 quinta-feira

21h30 Largo da Igreja de S. Luís
Ensaio Aberto de Antologia de Zarzuela

24Ago2019 sábado

11h00 Museu Municipal
Quarteto de Cordas

15h00 Auditório Exterior do Centro Histórico
Grupo de Sopros

25Ago2019 domingo

10h30 Arcadas do Posto de Turismo
Quarteto de Cordas

12h15 Parque Urbano
Grupo de Cordas

Largo da Igreja de São Luís

A igreja de São Luís, situada no Largo D. Cristóvão de Almeida Soares, foi construída no século XVI, como capela do antigo Convento das Clarissas, fundado por Luís de Figueiredo Falcão. No séc. XVIII assumiu a função de Sé Catedral do Bispado de Pinhel sendo, atualmente, a Igreja Matriz da cidade.

Esta igreja, de planta longitudinal, apresenta talha barroca no altar-mor, teto em caixotões e paredes forradas a azulejos seiscentistas policromados. Classificada como Imóvel de Interesse Público, desde 1980.

CLAUSTRO DA IGREJA DE STO. ANTÓNIO

O Convento de Santo António de Pinhel, fundado em 1727 por alvará de D. João V, foi mais tarde doado à Santa Casa da Misericórdia de Pinhel.

No início do século XX, foi alvo de um violento incêndio, que destruiu grande parte das dependências conventuais, que viriam a ser intervencionadas tal com a igreja, a partir de 1983.

O complexo é composto pela igreja, de planta longitudinal, e pelas dependências do convento, que se desenvolvem a partir do templo e do claustro, de planta quadrada e com arcada de capitéis toscanos sobre murete. Classificado como Monumento de Interesse Público.

Museu Municipal

O edifício onde está instalado o Museu Municipal de Pinhel foi edificado em 1736, onde originalmente funcionou o Tribunal de Correição do Município. Mais tarde funcionou como Câmara Municipal e, já no século XIX, com a construção de um outro edifício para os Paços do Concelho, foi ocupado pelos mais diversos serviços. Em 1940, instalou-se aqui o Museu, com as suas coleções de arqueologia, etnologia, arte sacra, numismática e cerâmica. Classificado como Imóvel de Interesse Público em 1982.

Auditório Centro Histórico

O Auditório Exterior do Centro Histórico de Pinhel é um espaço com a função de acolher eventos ao ar livre, concertos, peças de teatro e demais espectáculos de âmbito artístico e cultural. O propósito primordial da intervenção arquitectónica, foi respeitar as ruínas do edifício existente, consolidando-as e deixando-as como se apresentam na actualidade, honrando assim a evolução do tempo e proporcionando um espaço intimista e acolhedor rodeado de História.

Arcadas do Posto de Turismo

O edifício foi mandado construir pelo Corregedor da Comarca de Pinhel, Vicente Pereira da Cunha, na primeira metade do século XVIII (1736), para instalar os Paços do Concelho.

Trata-se de uma construção em que o salão nobre, decorado com teto em caixotões, apresenta no centro as armas reais e municipais em talha.

A fachada principal, virada para a praça pública, ostenta as armas reais, de D. João V, enquadradas por ornamentos curvilíneos e duas serpentes afrontadas, em alto-relevo.

Intervencionado a ultima vez em 2015, as suas arcadas de acesso foram abertas, deixando mais um espaço nobre à vista e para usufruto de todos sendo que, por aqui se acede ao espaço do Posto de Turismo e Loja de produtos Endógenos do concelho de Pinhel.

Parque Urbano

O Parque Urbano surge da necessidade e vontade de criar um projeto de valorização ecológica, funcional e estética de uma área central da cidade de Pinhel, possibilitando o recreio e lazer das várias faixas etárias assim como, a prática do desporto de uma forma informal, de ar livre, tal como outras atividades de índole cultural.

Carateriza-se essencialmente por uma estrutura verde adequada, à centralidade urbana de que goza esta área.

No interior, deste, surge na parte central um pequeno elemento de água, ladeado de um lado por um pequeno edifício de apoio com bar e no extremo oposto um mini anfiteatro. Dispersos ao longo dos caminhos encontra-se a existência de outras pequenas zonas de estadia, que potenciam não só a prática desportiva, como também o recreio e o lazer pela existência de equipamento infantil.

No espaço mais central surgem três espaços relvados, um destes modelado, que pretendem incentivar também o recreio e lazer.

Os caminhos e zonas de estadia, pretendem ser confortáveis à circulação e apresentar uma desejável permeabilidade pelo se propõe que sejam em betão poroso.