Pinhel.
Foz Côa.
Leiria.
Coimbra.
Batalha.
Viseu.
Largo do Município
quinta-feira
31Ago2017
sexta-feira
01Set2017
21h30
Elenco

Francesca Bruni, Rosina
Luís Rodrigues, Figaro
Giorgio d'Andreis, Conde Almaviva
Pedro Telles, Dr. Bartólo
Rui Silva, Don Basilio
Gisela Sachse, Berta
Orquestra da Ópera no Património
José Ferreira Lobo, Direção Musical
Roberto Punzi, Design de Luz

Gioachino Antonio Rossini nasceu em Pésaro, em 1792, e faleceu em Paris, em 1868. Desde cedo manifestou uma enorme criatividade musical, aos 16 anos recebeu o prémio do conservatório de Bologna por uma cantata e estreou a sua primeira ópera aos 18 anos em Veneza.
A sua paixão por Mozart e Haydn era grande, de tal forma que era chamado de “alemãozinho” no conservatório. Esta paixão foi-lhe muito útil, pois permitiu transcender as limitadas noções de orquestração e composição que tinha no conservatório, nomeadamente explorando os instrumentos musicais, ainda algo rudimentares, e levando-os ao limite do possível do ponto de vista técnico. O seu pai era trompista, ainda no tempo em que as trompas eram estritamente naturais, e a sua mãe cantora, de forma que Rossini conviveu de perto com instrumentos e o canto, numa dualidade que viria a desenvolver extraordinariamente enquanto compositor.
Para além da música apreciava vivamente a boa comida e era um excecional cozinheiro.
Compondo quarenta óperas em vinte e dois anos, Rossini tornou-se famosíssimo e riquíssimo. Aos quarenta anos abandonou quase completamente a composição e passou a dedicar-se à boa vida em Passy, na altura, nos arredores de Paris.
É do Rossini bonvivant a citação: “Não conheço ocupação mais admirável do que comer”.
É do Rossini compositor, um extraordinário compositor natural, um compositor em que, em vez de sangue, corriam notas, que era capaz de escrever melodias num fluxo interminável que tornavam as suas óperas incrivelmente populares.
O seu Tancredi foi uma das mais populares óperas do seu tempo e lançou a sua carreira em 1813, claramente influenciado por Paisiello. Transcendeu o seu modelo e tornou-se mais requisitado e mais bem pago, como prova o seu contrato de 1815, em que receberia 200 ducados por mês, mais 1000 ducados por ano, por receitas de jogo nos casinos que funcionavam nos teatros de ópera de então, por duas óperas por ano para os teatros de Nápoles, o que era uma fortuna enorme para qualquer músico de então.
Em 1816 compôs este Barbeiro de Sevilha, baseado na peça de Beaumarchais, de 1775. Retomava um tema que tinha sido colocado em música, precisamente por Paisiello, o que foi considerado inconveniente e levou ao boicote, por detratores, na estreia de 20 de fevereiro de 1816, em Roma. No entanto, a ópera veio a tornar-se um sucesso estrondoso, logo à segunda récita, em que a claque já não se fez sentir.
A história trata da conquista de Rosina pelo conde de Almaviva, disfarçado de Lindoro, um jovem simples. Almaviva conta com o apoio de Fígaro, o barbeiro, que é o faz-tudo de Sevilha. É uma ópera cómica, recheada de imprevistos e de personagens caricatas, como Bartolo, o tutor de Rosina, um velho avarento, médico, aldrabão e pomposo que quer casar com a pupila ou Basilio, o professor de música, um cínico hipócrita cúmplice de Bartolo.
Felizmente, a ópera cómica tem um final feliz e Rosina casa com Almaviva. D. Bartolo pode até ficar com o dote, facto que deixa todos contentes.
Rossini, que também era dado a algum exagero, afirmou que tinha escrito a ópera em 12 dias. Provavelmente não demorou na realidade muito mais do que isso, mas o tempo aceite é de cerca de três semanas, um lapso, mesmo assim, extremamente curto para um obra desta envergadura, tão variada em termos melódicos e orquestrais, em que, nos seus dois atos, não faltam múltiplas cenas de conjunto, em que os cantores cantam à desgarrada em cerrado contraponto, aliás, extremamente divertido de se ouvir e ver em palco, e até uma tempestade orquestral se desenvolve antes do clímax final.

Igreja Matriz
domingo
03Set2017
21h30
Elenco

Ana Pinto, Soprano
Gisela Sachse, Meio-soprano
Isabel Calado, Cravo
Orquestra da Ópera no Património
Artur Pinho Maria, Direção

O hino Stabat Mater Dolorosa é um poema de origem medieval que retrata os sofrimentos de Maria, Mãe de Jesus, ao presenciar o seu filho na Cruz. Conclui com uma invocação pelo declamante, implorando a Deus a Graça do Paraíso, pela identificação do crente com Santa Maria.

Giovanni Battista Draghi, chamado Pergolesi nasceu a 4 de janeiro de 1710, em Jesi, e faleceu em 17 de março de 1736, em Pozzuoli, no convento dos franciscanos. Era o terceiro filho de uma família da Pergola, perto de Pésaro. O seu pai, Francesco, era um sapateiro que havia deixado Pergola. A origem familiar substituiu o nome de família como tantas vezes acontecia na época.
Depois de ter estudado violino com Francesco Mondini, foi convidado, aos 16 anos, para o Conservatório dos Pobres de Jesus Cristo, em Nápoles, cujas propinas foram pagas por um nobre de Jesi, que resolveu apoiar as excecionais capacidades do jovem músico.
Pouco se sabe da sua vida, com a exceção de que foi atormentado por doenças graves e incapacitantes, como a poliomielite ou a tuberculose, que o viria a vitimar.
Deixou poucas obras, mas a sua qualidade notável, nomeadamente das suas pequenas óperas como a Serva Padrona, e a sua vida extremamente breve fizeram de Pergolesi uma lenda, de tal forma que muitos charlatães inventaram obras que atribuíram a Pergolesi, de forma a lucrarem com a sua venda e execução pública.
Este Stabat Mater foi, certamente, composto por Pergolesi, como atestam a encomenda e o manuscrito pela sua pena. Foi uma encomenda da Confraternità dei Cavalieridi San Luigi di Palazzo e foi composto em 1736, ano da sua morte e ano final dos cinco anos em que esteve ativo. Joahann Sebastian Bach admirava a música de Pergolesi e serviu-se desta para adaptar o texto de um salmo Tilge, Höchster, meine Sünden, BWV 1083. A obra original destina-se a duas vozes, um soprano e um contralto, tem o tom extremamente cromático de fá menor e a seguinte estrutura:

"Stabat Mater Dolorosa" Grave, fá menor; dueto.
"Cujus animam gementem" Andante amoroso, dó menor; soprano
"O quam tristis et afflicta" Larghetto, sol menor; dueto.
"Quae moerebat et dolebat" Allegro, Mi bemol Maior; alto.
"Quis est homo" Largo, dó menor; dueto.– "Pro peccatis suae gentis..." Allegro, dó menor.
"Vidit suum dulcem natum" Tempo giusto, fá menor; soprano.
"Eja mater fons amoris" Andantino, dó menor; alto.
"Fac ut ardeat cor meum" Allegro, sol menor; dueto.
"Sancta mater, istud agas" Tempo giusto, Mi bemol Maior; dueto.
"Fac ut portem Christi mortem" Largo, sol menor; alto.
"Inflammatus et accensus" Allegro ma non troppo, Si bemol maior; dueto.
"Quando corpus morietur" Largo assai, fá menor; dueto. – "Amen..." Presto assai”, fá menor.

Texto latino do Stabat Mater
StabatMater dolorosa
iuxtacrucemlacrimósa,
dumpendébatFílius.
Cuiusánimamgeméntem,
contristátametdoléntem
pertransívitgládius.
O quamtristisetafflícta
fuitillabenedícta
MaterUnigéniti!
Quaemoerébatetdolébat,
piamater, cum vidébat
natipoenasíncliti.
Quis est homo, qui non fleret,
Christi Matrem si vidéret
in tanto supplício?
Quis non possetcontristári,
piamMatremcontemplári
doléntem cum Filio?
Pro peccátissuae gentis
viditJesum in torméntis
etflagéllissubditum.
Viditsuumdulcemnatum
moriéntemdesolátum,
dumemísitspíritum.
Eia, mater, fonsamóris,
mesentíre vim dolóris
fac, ut tecum lúgeam.
Fac, utárdeatcormeum
inamándo Christum Deum,
utsibicompláceam.
SanctaMater, istudagas,
Crucifíxifige plagas
cordimeoválide.
Tui Nativulneráti,
tamdignáti pro me pati,
poenasmecumdívide.
Fac me vere tecum flere,
Crucifíxocondolére
donec ego víxero.
Iuxtacrucem tecum stare,
telibentersociáre
inplanctudesídero.
Virgo vírginumpraeclára,
mihi iam non sis amára,
fac me tecum plángere.
Fac, ut portem Christi mortem,
passiónisfac me sortem
et plagas recólere.
Fac me plagisvulnerári,
crucehacinebriári
ob amorem Fílii.
Inflammatusetaccensus,
per te, Virgo, sim defénsus
in die iudícii.
Fac me crucecustodíri
morte Christi praemuníri,
confovérigrátia.
Quando corpus moriétur,
fac, ut ánimaedonétur
paradísi glória.
In sempiternasaecula. Amen.

Tradução
Estava a Mãe dolorosa
chorando junto à Cruz
da qual seu Filho pendia.
Sua alma soluçante
inconsolável e angustiada
atravessada por um gládio.
Ó, quão triste e aflita
estava a bendita Mãe
do Filho Unigénito!
Como suspirava e gemia
Mãe Piedosa, ao ver
as penas de seu Ínclito Filho
Que homem não choraria
se visse a Mãe de Cristo
em tamanho suplício?
Quem não se entristeceria,
a pia Mãe contemplar,
condoída com seu Filho?
Pelos pecados de seu povo,
viu Jesus em tormentos
e submetido aos flagelos.
Viu seu doce Filho nascido
morrendo abandonado,
quando entregou seu espírito.
Eia, mãe, fonte de amor,
faz-me sentir tanto as dores
que possa chorar contigo.
Faz que arda meu coração
de amor por Cristo Deus
para se compadecer.
Santa Mãe, faze isto:
que as chagas do Crucificado
sejam marcadas no meu coração.
As feridas de teu Filho,
que por mim padeceu,
as penas divide comigo.
Faz-me contigo veramente chorar,
sofrer com o Crucificado
enquanto eu viver.
Junto à Cruz contigo quero estar
e quero-me associar
ao teu pranto.
Virgem das virgens preclara,
comigo não sejas amarga,
faz-me contigo chorar.
Faz que eu porte de Cristo a morte,
da sua Paixão partilhar a sorte
e venerar as suas chagas.
Faz-me pelas chagas ferido,
pela Cruz embriagado
no amor do teu Filho.
Inflamado e abrasado,
por ti, ó Virgem, seja defendido
no dia do Juízo.
Faz-me ser guardado pela Cruz,
fortalecido pela morte de Cristo
confortado pela graça.
Quando o meu corpo morrer,
faz que minha alma alcance
a glória do Paraíso.
Pelos séculos dos séculos. Amén.

Henrique Silveira

Concertos no Património
24Set2017 domingo

Residência Artística no Museu do Côa
11h00 Grupo de Sopros
12h00 Quarteto de Cordas
17h00 Quarteto de Cordas
19h00 Orquestra de Arcos

 

Paços do Concelho

O edifício dos PAÇOS DO CONCELHO é de 1858 e substituiu um provável edifício seiscentista, que se tornou demasiado pequeno para as necessidades do concelho, agora (1855) a receber as freguesias dos extintos concelhos de Freixo de Numão, Marialva e Almendra. A porta principal é em arco abatido enquadrado por pilastras estriadas e encimada por janela de sacada. Apresenta armas de D. Pedro V e frontão sem retorno.

PELOURINHO

O pelourinho está situado no Largo do Município, entre a Igreja Matriz e os Paços do Concelho. É quinhentista e totalmente construído em granito, tendo um fuste quadrangular decorado, sustentado por quatro degraus.
Tem fuste quadrangular decorado por colunelos embebido nos ângulos, tendo a metade da sua altura um cordame volumoso; a coluna tem ainda esferas, losangos, vieiras e quadrifólios. Capitel é adornado por motivos encordoados, folhas de acanto e vieiras; tudo isto rematado por um grupo de coruchéus, um deles com o escudo das cinco quinas, sobre os quais se erguem a esfera armilar e a flor-de-lis.
Se a estrutura de cariz arquitetural impressiona, não menos importante é a decoração volumosa e de talhe avultado, idêntica da que se vê ao lado no belo portal da igreja matriz.
Os motivos encordoados do pelourinho, são uma loquaz homenagem à atividade das cordoarias, ligada à vida do mar.
Para os foscoenses a decoração dos cordões são uma homenagem à indústria artesanal de cordoaria que aqui existiu e que em Vila Nova de Foz Côa teriam sido feitas, com o cânhamo da Vilariça, as cordas utilizadas nos Descobrimentos, particularmente por Vasco da Gama em busca do Caminho Marítimo para a Índia e que por volta de 1525 empregava 44 famílias a viver intramuros e cento e oito fora deles, essencialmente Judeus, que aqui constituíram uma comunidade, que foi uma verdadeira alavanca do desenvolvimento desta região.

Igreja Matriz

A Igreja Matriz de Vila Nova de Foz Côa situa-se no centro da vila e foi incluída na primeira lista de imóveis classificados como monumentos nacionais de 1910.
Esta igreja destaca-se pela fachada rasgada por um portal de arco pleno de cinco arquivoltas decorado com motivos manuelinos. É constituída ainda por três naves com quatro tramos e capela-mor, à qual se adossou a sacristia e o cartório.
São relevantes as obras de pintura a óleo e de talha, especialmente na capela-mor coberta por 27 caixotões com episódios da Vida de Cristo e da Virgem.
Conhecido por "Capital da Amendoeira", o território correspondente, na atualidade, ao concelho de Vila Nova de Foz Côa exibe uma beleza natural única no panorama nacional e internacional, específica das denominadas terras quentes do Alto Douro, proporcionada pelo microclima mediterrâneo com predomínio das vinhas em socalcos modelados no terreno xistoso, que lhe conferem uma personalidade muito própria, constituindo o seu verdadeiro ex libris.
Integradas na região demarcada mais antiga do Mundo, a duriense, as terras fozcoenses foram beneficiadas pelos cursos de água que as rasgam, entre ribeiras e rios, com realce para o Côa e o Douro, atravessando os vales profundos harmonizados com as abruptas arribas. Particularidades que justificam, no conjunto, a quantidade expressiva de vestígios da presença humana na zona desde o Paleolítico Superior, a exemplo do crescente número de testemunhos artísticos gravados em pedras xistosas, entretanto inscritos na lista de 'Património Cultural da Humanidade'. Uma comparência que não mais deixaria o seu termo, antes fortalecendo-se ao longo dos milénios, como certificam as várias estações arqueológicas identificadas até ao momento.
Recebendo foral das mãos de D. Dinis (1261-1325) - a quem se deverá a sua fundação -, em 1299, num século em que se ergueu a primitiva igreja de Sta. Maria da Veiga, foi já com D. Manuel (1469-1521) que Vila Nova de Foz Côa foi investida de novo documento similar, decorria o ano de 1514. E é, justamente, nesta centúria - XVI - que a "Igreja Matriz de Vila Nova de Foz Côa" passou a figurar mais assiduamente na documentação coeva, até que o terramoto de 1755 motivou a sua reedificação e ampliação, desferindo-lhe as tropas napoleónicas um duro golpe ao saquear as alfaias religiosas.
Situado no epicentro social, político e administrativo da localidade, a igreja ergue-se no sítio primitivamente ocupado pelo templo trecentista (vide supra), reaproveitando elementos retirados de estruturas preexistentes, nomeadamente nas suas cercanias, a exemplo de uma ara romana dedicada ao deus Júpiter, encontrada durante as obras de restauro conduzidas nos anos trinta do século passado pela DGEMN.
Incluída na primeira grande lista de imóveis classificados como "monumentos nacionais", decretada em 1910, numa evidência do reconhecimento, por parte da intelectualidade da época, do seu valor histórico e artístico, a igreja destaca-se pela fachada rasgada por amplo portal de arco pleno de cinco arquivoltas profusamente decorado com motivos tão diversificados, quanto típicos do manuelino, como serão as rosetas, as palmetas e as vieiras, de par com os cordões, os medalhões, os arabescos, etc. Sobrepujado por Pietá (ou N.ª Sra. do Pranto) ladeada por dois escudos reais e quatro bustos cotejados a outras esculturas renascentistas, o portal apresenta outros elementos manuelinos, como esferas armilares encimadas por Cruz de Cristo e Flor de Lis, perfazendo uma unidade quase orgânica coroada por óculo emoldurado. A fachada ostenta, no entanto, componentes da campanha de obras filiada no movimento barroco, a exemplo do campanário de tripla ventana a rematar a fachada principal.
Constituída por três naves com quatro tramos e capela-mor, à qual se adossou a sacristia e o cartório, a igreja alberga um interior composto de obras notáveis de pintura a óleo sobre madeira, assim como de escultura e de talha, especialmente na capela-mor coberta por 27 caixotões com episódios da Vida de Cristo e da Virgem. Uma riqueza artística que podemos observar de igual modo na talha dourada policroma dos retábulos presentes nos altares laterais, assim como nas coberturas em falsa abóbada de madeira na nave central cobertas por pintura figurativa, bem como nas cenas da Paixão que cobrem a meia abóbada de aresta nas laterais.

Museu do Côa

O Museu do Coa é uma estrutura do Parque Arqueológico do Vale do Coa. Foi inaugurado em 30 de julho de 2010 e recebeu já, desde a abertura, mais de 100.000 visitantes.
Implanta-se sobranceiro à junção do Côa com o Douro, perfeitamente integrado numa paisagem de grande beleza natural. O edifício foi concebido por Camilo Rebelo e Tiago Pimentel, uma dupla de arquitetos do Porto.
Mais do que um museu de arqueologia, o Museu do Côa é, em primeiro lugar, um museu de arte. Que trata fundamentalmente da nossa arte das origens e da sua importância no ordenamento dos espaços vivenciais das sociedades pré e proto-históricas, mas procurando vincar a sua ligação à nossa contemporaneidade. 
A museografia foi concebida, dentro de todo o rigor científico, como uma mostra explicativa dos ciclos de arte rupestre do Baixo Côa e Douro superior. Que se iniciam no Paleolítico superior, há mais de 25.000 anos, e chegam até aos nossos dias. Com obras quer dos caçadores-artistas do Gravettense, quer dos últimos moleiros rupestres da Canada do Inferno, o Museu do Côa explana todo um catálogo de sensibilidades que se contêm na rudeza dos painéis de xisto que há milhões de anos moldam a geomorfologia regional.
Claro que o verdadeiro museu será o vale onde se contêm mais de 1.000 rochas decoradas. Cuja síntese paradigmática se apresenta no Museu do Côa.
Fechado das 12:30 às 14:00 durante a época baixa (20 de outubro até ao último dia de fevereiro)
visitas@arte-coa.pt
www.arte-coa.pt